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O que as empresas não estão vendo sobre viagens corporativas – e por que isso pode estar custando caro

Vamos falar a verdade: viagens corporativas são um baita investimento. Passagens, hospedagem, transporte, alimentação... tudo isso entra na conta. Mas será que as empresas realmente sabem medir o retorno desse investimento?

Se você acha que sim, prepare-se para alguns dados que podem mudar sua visão sobre o assunto. Um estudo recente e inédito preparado pela Onfly com mais de mil viajantes corporativos trouxe à tona uma realidade que muitas empresas simplesmente ignoram: o viajante ama viajar, mas sofre com a falta de estrutura e planejamento adequado. E isso, tem um impacto direto no engajamento, na produtividade e, claro, no bolso da empresa.

Vamos aos fatos?


91% dos viajantes gostam de viajar a trabalho – então por que ainda é tão difícil para eles?

Se eu dissesse que 9 em cada 10 profissionais gostam de viajar a trabalho, você provavelmente pensaria: "Ótimo, então está tudo certo!" Mas existe uma diferença: gostar da viagem não significa que a experiência seja boa. (E ainda falaram que as viagens a trabalho iriam acabar no pós pandemia…)

Os viajantes relatam que as viagens a trabalho são uma oportunidade incrível para fazer networking e adquirir conhecimento, além claro de fechar novos negócios, tendo também, a oportunidade de vivenciar novas experiências. O problema? 60% perdem tempo pessoal, 57% não conseguem manter sua rotina de exercícios e 52% sentem dificuldades em manter uma alimentação equilibrada.

Agora imagine seu melhor executivo chegando para uma reunião importante depois de um voo cansativo, sem tempo para um café da manhã decente e sem conseguir encaixar um treino para aliviar o stress. O impacto na performance é real – e as empresas que não consideram isso estão perdendo a chance de ter profissionais mais produtivos e motivados.

E olha que nem falamos da burocracia ainda…


Reembolso de despesas: por que ainda estamos na Idade da Pedra?

Aqui vai um dado para você refletir: 35% dos viajantes ainda pagam suas despesas do próprio bolso e pedem reembolso depois. Agora pense: será que faz sentido um colaborador custear a operação da empresa com o próprio cartão de crédito, enquanto aguarda semanas para ser ressarcido?

Pior ainda, 32% relatam que precisam entregar notas fiscais em papel. No mundo digital, onde você pode comprar um carro com um clique, ainda tem empresa pedindo papelzinho de estacionamento para aprovar um reembolso de R$ 20.

A burocracia não só gera insatisfação, como também abre margem para erros e desperdícios financeiros. Processos mais ágeis e digitais podem eliminar esse gargalo e garantir mais controle sobre os custos da empresa.


A desconexão entre atendimento e necessidade real

Aqui vai um insight valioso: 71% dos viajantes preferem resolver suas demandas via WhatsApp, mas apenas 44% das empresas oferecem suporte por esse canal.

O que isso significa? Que os viajantes precisam se virar com e-mails demorados e centrais de atendimento pouco eficientes, quando poderiam resolver tudo com uma simples mensagem.

Se um profissional está no meio de uma viagem e tem um problema com a reserva do hotel, ele não quer um formulário ou um ticket de suporte. Ele quer alguém que resolva rápido. Empresas que ainda não entenderam isso estão atrasadas.


A experiência do viajante impacta diretamente o ROI das viagens

E aqui está o ponto crucial: empresas que tratam viagens corporativas apenas como um custo estão perdendo a chance de transformar isso em um investimento estratégico.

Se um colaborador viaja para fechar um grande negócio, mas chega exausto porque sua experiência foi ruim, qual é a chance de ele performar bem? E se ele perde tempo organizando reembolsos e lidando com processos manuais, qual é o impacto na produtividade?

A equação é simples: quanto melhor a experiência do viajante, maior o retorno para a empresa.


O que precisa mudar?

Se você chegou até aqui, já percebeu que tem muito espaço para melhorar. Aqui estão três ações práticas que as empresas podem adotar agora mesmo para transformar suas viagens corporativas:

Digitalizar a gestão de despesas: nada de papel, nada de reembolso manual. Plataformas integradas podem automatizar tudo, garantindo eficiência e controle financeiro.

Priorizar o bem-estar do viajante: oferecer flexibilidade de check-in e check-out, hospedagens com estrutura para manter hábitos saudáveis e garantir tempo para descanso entre deslocamentos são diferenciais que fazem a diferença.

Atender os viajantes nos canais que eles preferem: WhatsApp é rei. Simples assim. Empresas que querem otimizar a experiência do viajante precisam oferecer suporte rápido e eficaz. Oferecer toda solução através de um único aplicativo.


Conclusão: O futuro das viagens corporativas é inteligente – sua empresa já está lá?

Se sua empresa ainda vê viagens corporativas como um simples deslocamento de A para B, está na hora de mudar de perspectiva. Quem lidera o mercado já entendeu que uma experiência bem planejada melhora o desempenho do profissional, aumenta o retorno sobre o investimento e ainda fortalece a cultura da empresa.

A pergunta que fica é: sua empresa está pronta para essa transformação ou ainda vai continuar lidando com reembolsos manuais e atendimento lento?

Se quiser entender mais sobre como tornar a gestão de viagens mais eficiente, é hora de olhar para soluções que tragam praticidade, controle e, acima de tudo, inteligência para esse processo. O futuro já chegou – e quem sair na frente vai colher os melhores resultados.

Você pode conferir o estudo do “Perfil do Viajante Corporativo” completo que a Onfly realizou clicando nesse link


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